quarta-feira, 6 de abril de 2011

"Porque vieste? - Não chamei por ti!
Era tão natural o que eu pensava, 
(Nem triste, nem alegre, de maneira
Que pudesse sentir a tua falta...)
E tu vieste, 
Como se fosses necessária!

Poesia! nunca mais venhas assim:
Pé ante pé, cobardemente oculta
Nas ideias mais simples,
Nos mais ingénuos sentimentos:
Um sorriso, um olhar, uma lembrança...
- Não sejas como o Amor!

É verdade que vens, como se fosses
uma parte de mim que vive longe,
Presa ao meu coração
Por um elo invisível;
Mas não regresses mais sem que eu te chame,
- Não sejas como a Saudade!

De súbito, arrebatas-me, através
De zonas espectrais, de ignotos climas;
E, quando desço à vida, já não sei
Onde era o meu lugar...
Poesia! nunca mais venhas assim,
- Não sejas como a Loucura! 

Embora a dor me fira, de tal modo
Que só as tuas mãos saibam curar-me, 
Ou ninguém, se não tu, possa entender
O meu contentamento,
Não venhas mais sem que eu te chame,
- Não sejas como a Morte!"

Carlos Queirós

sexta-feira, 18 de março de 2011

Partes dessa maneira e eu, aos poucos, vou-te deixando partir.

segunda-feira, 14 de março de 2011

Caiem apagando a escrita dos papéis , apagando o que neste momento me ocupa. Antes estivesse na rua, assim eram disfarçadas pela chuva a cair-me no rosto.





 (E a pensar que foi assim que te deixei...)

domingo, 13 de março de 2011

Vontade de recompor tudo... mas sem forças!

domingo, 17 de outubro de 2010

Porque  sentimos vontade de estagnar, quando necessitámos crescer? 


(Necessidade que o tempo pare. Desejo de viver o presente, mais fortemente. Acabar coisas que já deviam estar feitas. Amadurecer à pressa. Ser mais responsável. Passar a uma nova fase. Resolver problemas. Descobrir intrusos. Sentir-me em casa, cuidadosamente. Ser bem sucedida. Tento na boca. Resistir a delicias.)


Talvez porque tenha cometido erros suficientes para agora ser, forçosamente mais forçada, a avançar.  E agora??
   

   

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Miss You.

O meu sofá...e  como eu gosto de estar no meu sofá, e tu sabes isso. Não sabes é porque eu gosto tanto dele. Sinto saudades quando não vou de fim de semana, e tu emprestas-me o teu. Não é a mesma coisa, mas admiro o facto de mo cederes. De certa forma é estúpido pensar como se podem comparar sofás e sim, eu comparo-os. Não pelo facto de pensar qual o mais confortável e o maior, mas sim pelos momentos que o sofá me proporciona a mim mesma. Adoro o teu porque sei que estou contigo mas o meu é especial. É especial porque ele, carinhosamente, aconlhega-me e abre-me. Faz-me pensar em mim e, consequentemente, em ti. Isso é bom, mais que bom, é como se fosse  uma coisa sobrenatural. Todos nós precisamos de momentos nossos e os meus (muitos deles) são no sofá. E é neste sofá que estou agora e que penso em ti. É nele que estou a sentir a falta que tu me fazes agora. E como fui eu, Vânia Fernandes, deixar-me sentir assim?? os sentimentos não se controlam e é bom saber que sentimos saudades. Aquele aperto no peito em que não vejo o dia de voltar a estar contigo, de voltar a sentir-te. E sabe-me bem sentir-me assim. Digo-te que sinto saudades tuas como não me lembro de sentir de outrora.


Stay with me, you're all I see.

APpiolho*

sexta-feira, 25 de junho de 2010


Se eu disser que tu és o meu "heartbeat" não estou a mentir.




É o batimento mais perfeito que pode existir. Mais intenso, mais profundo, mais real que se pode sentir. Tudo isto porque tu tens a capacidade de fazer com que o meu coração bata mais forte, mais profundamente mais forte. Tens a capacidade de fazer com que cada batimento do meu coração seja severamente mais intenso, que me torne completa e me faça ainda mais feliz. Tens um dom dentro de ti e eu tive a sorte de te encontrar a ti.


Amo.te