domingo, 30 de outubro de 2011


Chegou o frio, finalmente. Adeus calor!




Adoro sentir o ar gélido matinal que faz doer o nariz e  perfura os ossos. Andar desgrenhada e ter os pés molhados. Sentir frio e ter o coração a arder. Adormecer enterrada nos lençóis e não ir às aulas de manhã. Ouvir a chuva e aquecer os pés à lareira. Queimar os dedos a comer castanhas e estar embrulhada no cobertor. Colocar o gorro e estar no Insónias. Ouvir a trovoada e arrepiar-me...



... (De volta, às pequenas coisas)




I Love Your Bubblegum Tongue

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Às vezes sente-se vontade de escrever, mesmo que não haja nenhum motivo em especial. E isso é bom, liberta e faz sonhar! Solta da alma e prende às letras. Criam-se palavras, frases e contam-se histórias de vida, partilham-se emoções e ensina-se!  


Sejas bom ou mau poeta escreve sempre, o importante é que as tuas palavras sejam sinceras..

domingo, 23 de outubro de 2011

Cada frase de um poema, cada acção de um filme ou cada verso de uma música demonstram amor, mas o meu só eu o sinto, só eu o vivo e só eu o demonstrarei porque é o meu "Heartbeat". 



Dentro de mim não há amores iguais, nem melhores nem piores, há um sentimento forte e bom que eu teimo em não deixa-lo partir, por isso quando ele se apodera de mim sinto-o até onde não me deixarem sentir mais! 


E siiiiim, um dia sei que te vou poder dizer
Amo-te

sábado, 18 de junho de 2011

E o céu começa a abrir-se de novo.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

"Porque vieste? - Não chamei por ti!
Era tão natural o que eu pensava, 
(Nem triste, nem alegre, de maneira
Que pudesse sentir a tua falta...)
E tu vieste, 
Como se fosses necessária!

Poesia! nunca mais venhas assim:
Pé ante pé, cobardemente oculta
Nas ideias mais simples,
Nos mais ingénuos sentimentos:
Um sorriso, um olhar, uma lembrança...
- Não sejas como o Amor!

É verdade que vens, como se fosses
uma parte de mim que vive longe,
Presa ao meu coração
Por um elo invisível;
Mas não regresses mais sem que eu te chame,
- Não sejas como a Saudade!

De súbito, arrebatas-me, através
De zonas espectrais, de ignotos climas;
E, quando desço à vida, já não sei
Onde era o meu lugar...
Poesia! nunca mais venhas assim,
- Não sejas como a Loucura! 

Embora a dor me fira, de tal modo
Que só as tuas mãos saibam curar-me, 
Ou ninguém, se não tu, possa entender
O meu contentamento,
Não venhas mais sem que eu te chame,
- Não sejas como a Morte!"

Carlos Queirós

sexta-feira, 18 de março de 2011

Partes dessa maneira e eu, aos poucos, vou-te deixando partir.